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Livros

Alice no País das Maravilhas

 

Data da primeira publicação

1865

Autores

Helen Oxenbury, Lewis Carroll

Seguido por

Alice Através do Espelho e O Que Ela Encontrou Por Lá

Ilustrador

John Tenniel

Editora

MacMillan

Alice no País das Maravilhas

 Em Aventuras de Alice no país das maravilhas, Alice estava deitava na grama com a irmã num dia ensolarado, quando um coelho branco passa por ela muito apressado, alegando estar atrasado para algum compromisso. Até aí ela não se intrigou com o fato do coelho branco falar, só ficou curiosa a ponto de segui-lo quando ele tirou um relógio de dentro de seu bolso. Mas coelhos brancos andam com relógios? (mas coelhos brancos falam?)

 Ao segui-lo, ela cai em um buraco, sob uma queda lenta e segura. Chegando no chão, percebe-se num salão redondo e cheio de portas. O porém é que nenhuma estava aberta, até mesmo uma minúscula, pela qual só pode espiar pela fechadura com um dos olhos e ver que, do outro lado, existia um jardim lindíssimo, o melhor jardim que ela já vira. Mas a porta também estava fechada, como chegar até o jardim?

 Nisso ela notou uma chave em cima de uma mesa, e um frasco escrito "beba-me". Vendo que não se tratava de um veneno (pois seguramente não havia nada escrito sobre isso em seu rótulo), ela bebe todo o líquido do frasco e encolhe, podendo, assim, passar pela minúscula porta. Porém, ela olha para cima e percebe que esqueceu a chave da portinhola sobre a mesa, inalcançável, portanto, no seu tamanho atual. Numa situação em que Alice crescia e diminuía quando mudava seu objeto de desejo, o leitor se depara com, possivelmente, a primeira grande metáfora, aqui interpretada pelo dilema do adolescente (ser grande demais ou pequeno demais para determinada coisa?)

 Depois de alcançar o jardim é que Alice realmente começa a tomar conhecimento dos indivíduos que habitam aquele país, e dos lugares que há por lá. Como o Rato e as Aves que ela amedrontou por contar histórias de sua gatinha Dinah; Bill, um Lagarto que sempre servia para receber ordens (ou para perder seu giz e tentar desenhar com o dedo numa lousa); uma Lagarta fumando narguilé que dá conselhos e trava conversas muito perturbadoras; o chá perpétuo na casa da Lebre de Março e acompanhada do Chapeleiro Maluco; a Rainha de Copas injusta e cruel, sempre mandando cortar a cabeça de qualquer um e por qualquer motivo.

Alice Através do Espelho

 

Data da primeira publicação

1871

Autor

Lewis Carroll

Precedido por:

Alice no País das Maravilhas

Gênero

Literatura infantojuvenil

Editora

MacMillan

 

 

 

 

Alice Através do Espelho

 Em Através do espelho e o que Alice encontrou por lá, Alice está sentada numa grande poltrona brincando com uma dos filhotinhos de Dinah, sua gatinha. Ao ver o grande espelho que cobria a parede em cima da lareira, ela o atravessa e vai parar num mundo fantasioso onde tudo é permeado pela reflexão do espelho e por regras e peças do jogo de xadrez. 

 Depois que conversar com flores que falam, tenta, em vão, alcançar uma colina, para assim ter uma visão panorâmica de onde está. Só que, até encontrar a Rainha Vermelha, ela anda em vão e, todos os caminhos que pega que vão em direção àquele lugar, acaba voltando à casa do jardim de flores falantes. Depois de se apresentar à Rainha Vermelha, esta a ajuda, levando-a até o topo daquele morro. Lá, Alice percebe que onde estava se trata de um terreno demarcado como um tabuleiro de xadrez.

 Passando por provações mascaradas pelas jogadas de xadrez (ela deveria avançar as casas até chegar no seu destino - por exemplo, sempre é bom começar a jogar avançando duas casas, e foi o que ela fez). Ela conhece criaturas muito esquisitas, porém interessantes, e passa por situações das mais questionadoras (como as conversas mais loucas e as canções mais longas que ela já teve e ouviu), até chegar ao seu destino final.

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